Zygmunt Kubala
violoncelo
Violoncelista polonês, estudou na Academia de Música
Frederic Chopin, em Varsóvia, e na Escola Superior de Música
de Colônia, Alemanha. Radicou-se no Brasil em 1967. Foi
integrante e solista da Orquestra Sinfônica Brasileira,
da Orquestra de Câmara do Brasil e do Quarteto de Cordas
da Cidade de São Paulo. Foi um dos fundadores da Orquestra
Jazz Sinfônica de São Paulo, na qual atuou como solista
e “spalla”.
Foi professor no Departamento de Música da Universidade
de São Paulo (USP). Atualmente leciona no Instituto de
Artes da Universidade do Estado de São Paulo (Unesp), além
de ser violoncelista e diretor artístico do Quarteto de
Cordas de São José dos Campos (SP). Atuou como solista
e camerista no Brasil, Estados Unidos, Europa e América
Latina. É autor de várias cadências de concertos
para violoncelo e orquestra. Em 1997, gravou com a pianista Rosana
Civile o CD “Estados d’Alma”, com músicas
brasileiras para violoncelo e piano. Toca um violoncelo Carlo
Giuseppe Testori, de 1711.
Paulo Pedrassoli
violão
Este violonista brasileiro em sido aplaudido unanimemente pela
crítica e pelo público desde sua premiação
no V Concurso Internacional de Violão Villa-Lobos. Sua
formação inclui uma passagem pela Itália,
onde estudou com Luigi Mercuri. No Brasil foi aluno de Ricardo
Wolff, Leo Soares e Henrique Pinto. Foi premiado 7 vezes em concursos:
em 1990 foi 1º colocado e "Melhor Intérprete
de Música Brasileira" no V Concurso Nacional Villa-Lobos,
em Vitória. Em 1992, foi 2º colocado no V Concurso
Internacional de Violão Villa-Lobos, no Rio de Janeiro.
Participou do V Prêmio Eldorado, São Paulo, e do
"42 Internationaler Musikwettbewerb der ARD", em Munique.
Sua estréia internacional, um recital na Bibliotheksaal
des Klosters Wiblingen, em Ulm, Alemanha, obteve enorme sucesso,
obrigando o artista a retornar cinco vezes ao palco. Em 2000,
realizou uma turnê pelo Japão, onde se apresentou
ao lado do violinista Koh Gabriel Kameda e da Tokyo Metropolitan
Orchestra (sob regência de Naoto Otomo) na mais famosa sala
de concertos da Ásia, a Suntory Hall, em Tóquio.
Apresentou-se também em Kyoto, Okayama, Nasu e Fujisawa.
No Brasil, apresentou-se no Teatro Municipal do Rio de Janeiro
e na Sala Cecília Meireles, ao lado de importantes orquestras,
como a Sinfônica Nacional (regente: Ligia Amadio), Orquestra
Petrobrás Pró-Música (regente Armando Prazeres),
Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro (regente: Roberto
Victorio) e Orquestra de Câmara do Conservatório
Brasileiro de Música (regente: Marco Maceri). Em 1997,
foi solista da Barbados Chamber Orchestra (regente: Cristopher
Atherley), no recital “Brazil & Barbados in Concert”,
promovido pela Embaixada do Brasil. Participou da XI e XII Bienal
de Música Brasileira Contemporânea, no Rio de Janeiro.